A construção do arco rodoviário do Rio de Janeiro, principal projeto de infra-estrutura viária em andamento no Estado, está com atraso de quatro a dez meses, dependendo de como se eleja o momento no qual ela deveria ter começado, mas a simples tomada de decisão de executar a obra já vem movimentando empresas interessadas em se instalar nas suas proximidades.


Pelo menos duas grandes indústrias já compraram terrenos para utilizar as vantagens logísticas da via. E próximo à confluência da futura via de 122,9 quilômetros com a rodovia presidente Dutra está nascendo um ambicioso projeto imobiliário de uma cidade totalmente planejada para até 128 mil pessoas de renda média baixa.


Para fechar o arco em torno da região metropolitana do Rio de Janeiro faltarão cerca de 26 quilômetros até a rodovia RJ-106, no município de Maricá, trecho já reivindicado por empresários e políticos da região.

Previstas inicialmente para começar em novembro do ano passado, as obras tiveram os construtores anunciados no final de abril (consórcios Odebrecht/Andrade Gutierrez, Carioca/Queiróz Galvão e OAS/Camargo Corrêa), mas ainda patinam. O valor é de R$ 797 milhões, sendo 75% do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.


Finalmente, o Arco Rodoviário do Rio começa a sair do papel.

Eu tive a honra de, como Presidente do DER-RJ, dar início ao projeto básico da obra e, posteriormente, como Secretário de Política Nacional de Transportes, de coordenar o Grupo Técnico que promoveu os diversos estudos até se chegar à solução adotada.
O Estado do Rio de Janeiro merece essa obra!

(Clique na imagem para ampliar e ver detalhes)

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Uma resposta a “Arco Rodoviário do Rio atrai investimentos”

  1. Avatar de Cesar Cardoso

    Secretário, o atraso no Arco Rodoviário do Rio (como o Rodoanel de São Paulo) não é de 4 a 10 meses, mas de *décadas*. Como, aliás, o atraso na modernização da malha rodoviária brasileira; é inacreditável que rodovias vitais como a Régis Bittencourt e a Fernão Dias não tenham sido duplicadas nos anos 80.Bem, antes tarde do que nunca, né?

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