
As maiores empresas do Brasil mantêm um índice de terceirização de serviços de logística – sejam nas atividades inboud ou outbound – semelhante ao dos Estados Unidos e Europa, na casa dos 91%, principalmente no que diz respeito ao o item transporte.
Estes e outros dados, levantados junto a 115 empresas dentre as de maior faturamento no País em 19 setores da economia, foram colhidos entre março e maio pelo Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro e serão apresentados no XIV Fórum Internacional de Logística, nesta segunda-feira (ontem), no Rio de Janeiro.
A partir dos dados da pesquisa, Paulo Fleury, professor do Coppead e coordenador do estudo, estima que a terceirização já implica numa redução média de 13% nos custos das empresas, o que representaria um ganho de eficiência no País estimado em R$ 20 bilhões por ano.
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Como já vimos falando, desde o início do blog, os operadores logísticos têm que partir para aumentar a eficiência, se querem continuar no mercado.
Até uns quatro anos atrás, culpar os governos era aceitável. Agora, já não cabe mais esse comportamento – ainda que os governos tenham muito o que fazer.
Os empresários, autônomos e cooperativas estão “arregaçando as mangas”, assumindo suas responsabilidades e indo à luta.
Quem for eficiente, vai ter muito o que ganhar. Quem não for, sairá do mercado.
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