A Secretaria Especial dos Portos, por determinação do ministro Pedro Brito, se reuniu ontem, 28, na sede da Codesp, com representantes de diversos setores que atuam no Porto de Santos para tratar de assuntos relacionados às medidas de segurança nas instalações portuárias em virtude do número de acidentes fatais envolvendo trabalhadores portuários nos últimos meses.
De acordo com o ministro, “é inconcebível o registro de qualquer morte nas dependências do Porto, mesmo que estas sejam em decorrência dos operadores privados”.
Desde o início do ano foram registradas seis mortes.
A primeira ação nesse sentido foi a formação de comissão integrada por instituições como Sopesp (Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo), Capitania dos Portos, Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra), Ministério do Trabalho, Prefeitura Municipal de Santos, representantes dos trabalhadores e Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).
Ilustração mostrando os estivadores de café, no porto de Santos: site Novo Milênio.
Notar que cada saca de café, que os estivadores no passado levavam na cabeça e nas costas, pesava 60 kg.
Com o aumento significativo da movimentação de cargas nos portos, os riscos de acidentes aumentam. Por isso, é correta a posição do ministro. Programas de segurança no trabalho têm que ser aprimorados, tanto para os trabalhadores dos operadores privados como para os do OGMO (Òrgãos Gestores de Mão de Obra).
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