Até aí compreende-se, o ano passado foi bom para todo mundo. Mas Bernardo prevê para este ano, no Brasil, um crescimento em volume semelhante ao ano passado, de 10 a 12 %, e um investimento quase igual, de R$ 600 milhões (em 2008 o volume cresceu 12 % e o investimento atingiu R$ 680 milhões). Inclusive com a compra de 600 vagões.
Segundo ele, o crescimento se dará não tanto nos grãos, por conta da quebra da safra da soja no Paraná, mas principalmente nos produtos industrializados, que já representam 35% do transporte do grupo, e que deverão chegar a 50% em quatro a cinco anos.
Bernardo chega a dizer que “nossa experiência no setor industrial é que a gente cresce muito mais na crise do que na bonança”.
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Mais uma empresa nadando contra a correnteza de parte da imprensa que quer o encolhimento dos investimentos, somente porque a economia não pode ir bem senão o Presidente Lula faz seu(sua) sucessor(a).
A ALL vem desenvolvendo uma política agressiva de crescimento e, com isso, contribuindo para o desvio de cargas do modal rodoviário para o ferroviário.
Bom para a ALL, bom para seus usuários, bom para o País.
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