Janeiro foi pior que dezembro, por causa das férias coletivas e de ajustes de estoques; em fevereiro os pedidos começaram a voltar para os fabricantes de implementos para transporte de carga e de passageiros de Caxias do Sul (RS), bem como para indústrias de autopeças.
Temos sinais de recuperação”, diz o vice-presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs), Getúlio Fonseca, conforme monitoramento sistemático com empresários do setor automotivo.
Mercado em recuperação – O dirigente elenca, entre outros, pedido de 1,4 mil equipamentos em CKD da Randon para a ACTS, a sua parceira na Argélia, oficializado recentemente, correspondendo a um montante de US$ 30 milhões e ainda as 2,2 mil unidades de ônibus escolares arrematados pela Marcopolo no projeto Caminhos da Escola, executado pelo governo federal. Na próxima semana, a Câmara de Indústria Comércio e Serviço (CIC) mostrará os números oficiais de janeiro.
Cenário melhor – “O cenário, hoje, indica que fecharemos 2009 igual ao ano passado“, prevê o empresário gaúcho.
Leia mais na matéria da Gazeta Mercantil, publicada no site da NTC
Aos poucos, setores importantes da economia brasileira vai mostrando que os efeitos danosos da crise financeira, com epicentro nos EUA, terão um impacto muito menor do que parte da imprensa apregoou no período de novembro a janeiro.
É verdade que o impacto poderia ter sido maior, se não fosse a rápida ação do governo federal e de alguns governos estaduais.
Vamos ver como responderão os demais setores, para uma avaliação mais realista.
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