É o caso da Aliança Navegação e Logística, do grupo alemão Hamburg Süd, que substituirá embarcações, elevando em 20% sua capacidade de transporte na cabotagem no País; a companhia também conseguiu aumentar para R$ 2,4 bilhões, o faturamento de 2008, contra os R$ 2,2 bilhões do ano anterior.
A Santos Brasil pretende investir R$ 30 milhões, até 2012, em um terminal de contêineres localizado no Estado do Pará, enquanto a Log-In Logística Intermodal, que tem a companhia Vale como acionista majoritária (com 31% de seus ativos), reafirma os R$ 228 milhões em investimentos, tanto na ampliação de terminais quanto na construção de navios porta-contêineres, com a possibilidade de ajustar para cima o montante anunciado.“Estamos próximos de anunciar o fechamento de um contrato de construção de mais dois navios”, afirmou Mauro Oliveira Dias, diretor presidente da Log-In. As duas embarcações às quais Dias se refere têm aportes calculados na casa dos R$ 350 milhões, e parte deste montante pode integrar o orçamento de 2009, elevando a previsão de investimentos.
O diretor está otimista em relação às atividades de cabotagem (navegação costeira dentro do País), da empresa e crê na ampliação de market share nesse segmento. “A oscilação do frete não afetará esse mercado como tem impactado o internacional”, disse, e incluiu que a intenção é oferecer preços mais competitivos que os cobrados pelos caminhões.
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