O DNIT já iniciou trabalhos emergenciais para recuperação de rodovias federais danificadas pelo excesso de chuvas nos estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo.


As obras vão recuperar os trechos de rodovias danificadas como a BR-101 (nos três estados), a BR-280, a BR-282 e a BR-470 (SC); a BR-493 (RJ); a BR-259 e a BR-262 (ES).


A situação mais complicada é a do estado de Santa Catarina que enfrenta, desde o mês de agosto, períodos de chuvas intensas e ininterruptas.

O excesso provocou situações de calamidade pública em diversos municípios e, nas rodovias, causou interrupção total de vários trechos, impedindo a livre circulação de pessoas e veículos entre diversas localidades.

Este é o caso da BR-470 que está com 4 pontos totalmente interditados, no município de Gaspar. Segundo o Diretor Geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, do total de recursos destinados ao órgão pela medida provisória, R$ 120 milhões serão empregados em Santa Catarina.

Leia mais no site do DNIT

O fenômeno que ocorreu em Santa Catarina, provavelmente, já é uma das consequências do aquecimento global.

O pior disso tudo é que a maioria das pessoas – e, especialmente, dos dirigentes – não acredita que haja essa conexão e muito pouco ou quase nada está sendo feito para minimizar esse problema.

Estou convencido de que veremos, daqui para frente, muitas coisas estranhas – e nunca vistas – em relação aos fenômenos climáticos, como chuvas e ventos.

As sociedades dos países desenvolvidos despertarão a tempo para tomar providências drásticas a esse respeito, individual e coletivamente?

Ou, além de caminharmos para o abismo, ficaremos pagando contas altíssimas como essa de recuperação de estradas e de cidades atingidas por aqueles fenômenos, como se isso fosse uma coisa normal?

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