“O plano de IPOs [ofertas iniciais de ações, da sigla em inglês] é parte da necessidade de elevar a visão profissional nos portos…”, afirmou o ministro. “Nós precisamos que os administradores dos portos tenham fluxo de caixa adequado, independentemente do governo”, disse Brito em entrevista à Reuters.
O ministro acrescentou que os portos de Santos (SP) e de Rio Grande (RS) podem ser os primeiros a terem papéis lançados no mercado e conseguirem a captação dos recursos do setor privado.
Pedro Brito também declarou que espera que cerca de R$ 19 bilhões sejam investidos nos portos brasileiros pelo setor privado – ainda que a turbulência financeira internacional possa arrastar o período do investimento para quase cinco anos – para acelerar sua infra-estrutura.
Outro entrave que a SEP tenta resolver é o problema da falta de dragagem (aprofundamento do canal), que impede a atracação de navios maiores. Ontem, a secretaria fechou o segundo convênio, que incluiu o Porto do Rio Grande no Plano Nacional de Dragagem (PND), para que sejam investidos R$ 200 milhões, sendo R$ 150 pelo executivo federal e R$ 50 milhões por parte do Governo Estado do Rio Grande do Sul.As obras aprofundarão o acesso ao Rio Grande de 14 metros para 18 metros, que deve permitir a entrada de navios de porte maior, os chamados pós-panamax, ocasionando um incremento de 35% no volume de carga e descarga.
Fonte: site da NTC
site do Porto de Santos

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