Duas mil novas vagas serão criadas nos estados do Rio, Maranhão e Espírito Santo. A mineradora vai duplicar o porto Ponta da Madeira, no Maranhão, para dar vazão ao crescimento da produção de minério de ferro em Carajás, no Pará. A diretoria da empresa aprovou investimentos de US$ 3,6 bilhões para o projeto de expansão do porto.
Um novo porto no Espírito Santo, além de Tubarão, deverá ser construído para atender às necessidades da siderúrgica da Baosteel. Localizado em Anchieta, o projeto terá US$ 205 milhões e permitirá embarques de placas de aço ao mesmo tempo em que viabilizará a importação do carvão necessário às operações da usina dos chineses. “Este será um porto diferente dos demais, com estrutura voltada para o transporte de placas e carvão”, explicou o executivo da Vale. A Vale também precisa de mão-de-obra para a zona portuária do Rio. Os portos de Guaíba e Itaguaí tendem a ampliar as exportações. “Não havia nenhum curso no Brasil para o setor até bem pouco tempo”, afirmou Freitas.
A escassez de cursos de formação profissional levou a mineradora a firmar convênios com o Cefet e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Amanhã, a companhia assinará contrato de parceria com o maior instituto de formação em Roterdã, na Holanda.
“No Norte, vamos precisar de 36 supervisores. Vamos pegar nossos engenheiros e capacitá-los para isso. Vão fazer carreira rapidamente”, afirmou Freitas. Cerca de 700 profissionais serão formados no próximo ano nos cursos apoiados pela Vale.
O técnico de hoje será o engenheiro de amanhã, formado pela própria empresa com muito curso de capacitação e bolsas de estudo. E o operador de máquinas poderá substituir o técnico. A maior parte das vagas será direcionada para as vagas mais básicas, com salários de R$ 1.500. Um engenheiro recém-formado que ingressar na companhia começa com cerca de R$ 3.500.
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