O primeiro fica entre as proximidades de São Borja (km 397) e Uruguaiana (km 575). O segundo está entre o entroncamento com a BR-290 (km 576) e a fronteira com o Uruguai (km 649).
O contrato, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (03), terá duração de dois anos, e prevê um investimento de R$ 6,7 milhões por parte do DNIT.
Fonte: site do DNIT.
Gradativamente, como costumo dizer, o DNIT vai recuperando e ampliando a malha rodoviária federal.
Realizando obras em rodovias, COMO ESTA, que foram estadualizadas pelo governo FHC, em 2002, com repasse de recursos para os governos estaduais, que abandonaram essa rodovias à natural deterioração, até 2005 quando o TCU autorizou o DNIT a investir nas rodovias estadualizadas e abandonadas.
Vale dizer que a União repassou R$ 1,8 bilhão para os governos estaduais assumirem, restaurarem e conservarem cerca de 15 mil quilômetros de rodovias que eram federais.
Os estados que receberam mais recursos e mais estradas foram Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Só Minas recebeu 6 mil quilômetros e R$ 780 milhões. Utilizaram o dinheiro em outras coisas e abandonaram as rodovias.
Desde 2003, a imprensa foi contundente em apresentar o quadro de total deterioração da malha rodoviária federal. Ela estava certa, porque o governo FHC simplesmente abandonou essa malha. Para se ter idéia, em 2002, cerca de 35% dos contratos do DNIT estavam com suas obras paralisadas.
Entretanto, você não vai encontrar em nenhum veículo da grande imprensa qualquer referência a essa herança maldita herdada pelo governo Lula.
Nenhum desses veículos mencionou que cerca de 1/3 da malha tinha sido estadualizada, com repasse de recursos federais e os governo estaduais nem investiram nessas rodovias nem devolveram o dinheiro.
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