A partir do dia 22, o motorista paulista que não pagar multas cometidas em outros estados não poderá licenciar ou transferir o veículo. Os carros paulistas foram responsáveis por 1,64 milhão de autuações fora de São Paulo, que somam R$ 255,8 milhões, desde que o Registro Nacional de Informações de Trânsito (Renainf) foi implantado, em janeiro de 2004.

Não há um levantamento sobre quantas deixaram de ser pagas, mas a estimativa é que possam estar pendentes entre 65% a 70% do total de penas. A cobrança será retroativa, ou seja, quem tem multas anteriores ao dia 22 terá de quitá-las para liberar o veículo.

Hoje, São Paulo, que é o vice-campeão em multas no “estrangeiro”, é o único estado em que é possível fazer licenciamento ou transferência (exceto para outras unidades da federação) mesmo sem o pagamento das multas cometidas fora. Nos demais, a implantação do Renainf obrigou o motorista a zerar o débito antes, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Quando comete uma falta em outro estado, o motorista recebe em casa uma notificação do órgão autuador, como por exemplo, da Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro. Caso não quite o débito até o vencimento, a cobrança será feita pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do estado onde o veículo for registrado na data do licenciamento ou transferência.

Leia mais no site do G1.

Medidas como esta são extremamente importantes porque há um hábito disseminado de que quando vc está num estado diferente do da placa pode violar todas as regras de trânsito porque não será punido.

O Denatran, do Ministério das Cidades, está de parabéns.

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