Em dezembro, o BNDES havia estimado os investimentos em R$ 1,213 trilhão no quadriênio. Agora, oito meses depois e empacotados sob o slogan “Um novo Brasil em construção”, o valor subiu 24% e não inclui ainda o que deverá ser gasto para explorar o petróleo na camada do pré-sal. “Temos um ciclo de investimentos amplo e robusto”, afirmou Coutinho.
Segundo Coutinho, o PAC, programa de obras do governo federal, e o crescimento do mercado interno são “forças motrizes” no aumento do investimento no país.
De acordo com dados mostrados pelo BNDES, a capacidade de produção da indústria siderúrgica nacional vai dobrar até 2014, saindo de 41,6 milhões de toneladas neste ano para 80,1 milhões de toneladas.
O setor com maior crescimento projetado é a indústria naval, que aumentará investimentos em 703,9% no quadriênio.
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O BNDES é um dos importantes medidores da confiança dos agentes econômicos no desenvolvimento do país.
Os números mostram a pujança da economia brasileira.
A infra-estrutura de transportes vem sendo chamada a contribuir para esse nível de crescimento e tem demonstrado até agora, apesar dos discursos alarmistas, que a resposta é positiva.
Os investimentos do PAC, por exemplo, permitirão respostas positivas nos próximos cinco, dez e até quinze anos.
Quem viver, verá!
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