Os serviços compreendem a restauração dos 84 quilômetros da rodovia, que incluem a reciclagem da base, a recuperação do acostamento, com melhoramentos também em drenagem e nova sinalização tanto vertical como horizontal.
Iniciada em junho deste ano, a obra está avaliada em R$ 24 milhões. Até agora, já foram asfaltados 42 quilômetros, onde foi aplicado CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), tanto na pista como acostamento. A expectativa do DNIT é concluir a obra até o final do ano.
De acordo com o Superintendente Regional do Ceará, Joaquim Guedes, o trecho já foi considerado um dos piores do Estado. “A recuperação da rodovia era uma reinvidicação antiga da população. A nossa meta é, até o final do ano, entregar esta rodovia aos usuários em boa condição de trafegabilidade”, afirmou.
Fonte: site do DNIT
Como costumamos dizer, gradativamente, o DNIT vai ampliando a capacidade, restaurando e garantindo contratos de manutenção das rodovias federais.
O que não se fazia, neste volume, desde o período do regime militar…
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