Segundo a TAM, a infra-estrutura da nova unidade facilita a manobra, o estacionamento e circulação de veículos de grande porte, acelerando o processo de liberação das cargas transportadas. Essa rapidez é também garantida pela presença de um posto fiscal da secretaria estadual da Fazenda no local.
O novo terminal, porém, irá processar apenas cargas domésticas, afirma a companhia aérea. As cargas internacionais serão movimentadas pelo terminal da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) por questões alfandegárias.
“Manaus é estratégica para a TAM Cargo em função da produção cada vez maior da zona franca e do aumento de vôos internacionais no aeroporto”, afirmou o vice-presidente de Planejamento e Alianças, Paulo Castello Branco. “O novo terminal comporta cerca de 35% mais carga que o anterior, além de permitir expansão nos próximos anos, conforme as demandas do mercado”, acrescentou.
A partir do novo terminal, a TAM espera multiplicar o número de parcerias com empresas aéreas regionais e de transporte rodoviário de cargas para ampliar a cobertura de seus serviços.
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