O aterro de uma área na margem da Baía de Guanabara, no Porto do Rio, para a criação de 1,2 milhão de metros quadrados de pátio e sete berços de atracação, é uma das propostas em estudo no processo de modernização portuária.


Estimado em US$ 1,5 bilhão, o projeto está em fase embrionária e é uma idéia da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec). Apesar da delicada questão ambiental, não encontra resistências no governo do Estado.

Para a secretária do Ambiente do Estado, Marilene Ramos, apesar do tombamento patrimonial, o aterro de uma pequena parte da baía seria possível em determinadas circunstâncias. Ela ressalva que ainda não há um projeto formalmente apresentado e por isso não há como avaliar a questão.

Richard Klien, presidente do conselho de administração da Multiterminais – um dos terminais de contêineres do porto – e integrante da Abratec, argumenta que a área portuária do Rio precisa não apenas de novos berços para os navios, mas também de uma retroárea para operação dos guindastes contígua aos locais de atracação e suficientemente ampla para as manobras.

“A evolução do transporte marítimo vem exigindo portos cada vez mais modernos. Os navios de quinta e sexta geração transportam o triplo de contêineres que carregavam há 15 anos. A infra-estrutura do porto tem também de se adequar para atender a essa demanda” diz Sérgio Salomão, presidente da Abratec.

Os modelos de propostas estão sendo enviados, segundo ele, ao ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República, Pedro Brito.

Leia mais no site da NTC.

Mais uma prova de que os portos públicos estão longe de inviabilidade de expansão.

O Porto do Rio pode ampliar sua capacidade operacional para os próximos dez anos simplesmente com o prolongamento do cais do Caju, o aterro da área contígua à da Libra e revisão dos contratos da Multiterminais e da Libra.

Para após 2018, o projeto do aterro hidráulico, aumentando de forma significativa berços e retro-área.

Praticamente, todos os portos públicos têm projetos de expansão, afastando qualquer possibilidade de apagão portuário.

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