
A Nova Transnordestina vai permitir o escoamento da produção agrícola do sul do Piauí e do oeste da Bahia.
Com 1.860 quilômetros de extensão, a ferrovia começará no município de Eliseu Martins, no Piauí. De lá, seguirá pelo interior pernambucano até a cidade de Salgueiro, onde bifurca em dois ramais. Um deles segue em direção ao porto de Suape, em Pernambuco. Outro vai até o porto de Pecém, no Ceará.
Toda a obra envolve investimentos de R$ 4,5 bilhões, dos quais R$ 3,95 bilhões vêm de financiamentos do governo federal.
O projeto original da Transnordestina foi iniciado em 1990 e paralisado no final de 1992, segundo o Ministério dos Transportes, tendo sido retomado, em 2004.
A ferrovia Nova Transnordestina é uma das obras mais importantes do PAC e, portanto, do governo Lula.
Significa uma revolução na Região Nordeste, que só teremos a verdadeira dimensão daqui a dez, quinze anos.
Quando ela se interligar com a ferrovia Norte-Sul e às demais malhas do sudeste e centro-oeste (também faz parte do PAC), teremos a possibilidade de uma mudança radical na atual matriz de transporte de cargas, hoje com predominância do modal rodoviário.
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