
Nem mesmo a recente ameaça de aumento da inflação e das taxas de juros parece capaz de inibir o mercado de caminhões em 2008.
“Hoje ainda temos filas de espera um pouco maiores do que gostaríamos. Mas praticamente dobramos o mercado em dois anos. Todas as montadoras estão se adequando. Em breve, vamos nos estabilizar”, promete Bernardo Fedalto Júnior, gerente de vendas da linha de pesados F da Volvo Caminhões.
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Mais à frente na matéria, dirigentes das principais montadoras confessam terem sido pegos desprevenidos.
Penso que isso ocorreu por motivos ideológicos.
Os dirigentes ao invés de olharem os números objetivos preferiram dar atenção aos economistas críticos ao governo federal.
Acreditaram que haveria apagão logístico e outras bobagens do gênero.
Deu nisso…
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