
Estudo encomendado pelo Jornal da Tarde e realizado pelo Instituto de Pesquisa do Grupo Estado (InformEstado) em parceria como Instituto GPP mostra a grande adesão do paulistano às novas normas de trânsito, que prevêem multa de R$ 957 e até prisão para o motorista que apresentar nível de álcool acima de 0,3 miligramas.
Dos 450 motoristas entrevistados, 72,7% aprovam a nova lei. Outros 17,3% têm ressalvas e apenas 9,8% são totalmente contra. Uma parcela de 0,2% não sabe ou não respondeu.
Se forem considerados os que apontaram ressalvas, mas concordam com a mudança, o índice de aprovação chega a 90%.
Sociólogos, psiquiatras e especialistas em trânsito são unânimes em apontar o motivo da aceitação: o alcance das tragédias provocadas pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas.
“É um problema que já bateu na porta de todo mundo. A coleção de vidas perdidas no trânsito devido ao álcool já fez vítimas um primo, filho ou conhecido”, afirma o presidente da ONG Direção Preventiva, Sérgio Berti
Leia mais no site do Yahoo, matéria da Agência Estado
Os jornais de ontem (quase todos) apresentaram balanços da Lei Seca, mostrando a eficácia da medida.
Há quem fale em exagero. Eu, humildemente, discordo. O rigor tem que aumentar com mais polícia na rua fazendo blitz e punindo com o rigor da lei os infratores.
Estima-se que 40% das mortes no trânsito são causadas pela perigosa combinação álcool / condução de veículos.
O que significa que 14.400 pessoas deixarão de morrer a cada ano, se tivermos o máximo rigor na aplicação da lei.
Sem contar o número de feridos gravemente, que não morrem mas, muitas vezes, ficam com sequelas indesejáveis e cujo número é equivalente ao de mortos.
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