
O presidente da siderúrgica Usiminas, Marco Antônio Castelo Branco, informou ontem que a empresa iniciará dentro de 30 dias a construção de um porto na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, por onde pretende exportar parte do minério produzido em jazidas de sua propriedade, adquiridas em fevereiro da Mineração J. Mendes.
O porto será utilizado, também, para exportação de produtos siderúrgicos da Cosipa, usina paulista que pertence ao grupo.
Segundo o executivo, o porto deverá entrar em operação dentro de dois anos, no máximo. A área pertencia à massa falida da Cia. Mercantil e Industrial Ingá, que era uma mineradora que explorava zinco na região de Vazante, no noroeste de Minas e desejava exportá-lo por aquele local. O investimento foi de R$ 72 milhões.
As informações foram prestadas ontem à tarde, no Palácio da Liberdade, após a visita de cortesia do ministro de Indústria e Comércio do Japão, Akia Amari e do novo presidente da siderúrgica japonesa Nippon Steel, Shoji Muneoka, ao governador Aécio Neves. A Nippon é a principal acionista do grupo Usiminas, com 24% do seu capital.
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Penso que não é bem assim. Para iniciar obra de porto tem que ter Licença Prévia (LP).
Para ter LP tem que realizar um projeto básico e estudos ambientais.
Tem que enviar à FEEMA, que precisará de um tempo para analisar e liberar ou não a licença.
Após, tem que realizar o projeto executivo e apontar as soluções para mitigação dos impactos, para ter a Licença de Instalação (LI), que permitirá iniciar as obras.
Sem contar que tem que retirar o material contaminado da Ingá (foto).
Falta muita coisa ainda.
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