Como disse
no post anterior, o Blog do Sardenberg, no G1, desinforma (ou tenta desinformar) os leitores e agora bloqueia os meus comentários, onde fundamento que suas afirmações ou juízos são falsos.

Vejamos este outro post: O setor público é o que falha

“É simplesmente escandaloso que uma região tão ligada à economia internacional, exportadora, não disponha de um aeroporto adequado tanto para cargas quanto para passageiros.

Aliás, esse custo é de todo o Paraná. O principal aeroporto do estado, o de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, não tem pista suficiente para operar grandes cargueiros com os tanques cheios. Resultado: produtores paranaenses têm de enviar as cargas, por caminhões, para Viracopos, em Campinas, também lotado.”

Meus quatro comentários censurados:

1) O Aeroporto de Londrina é um dos maiores aeroportos domésticos da Região Sul. Está entre os 25 maiores terminais de passageiros do Brasil e cresceu numa média de 15% nos últimos cinco anos.

2) O Aeroporto Sílvio Name Júnior é administrado pela companhia criada pela Prefeitura Municipal de Maringá, a Terminais Aéreos Maringá – SBMG, devidamente conveniada com o Comando da Aeronáutica.

O novo Aeroporto foi homologado pelo Comando da Aeronáutica através da Portaria DAC n° 484/SIE, de 7 de Março de 2001, publicado no D.O.U. em 12 de Março de 2001, estando desde então aberto ao tráfego aéreo para operações VFR e IFR diurnos e noturnos, estando assim o Aeroporto em operação definitiva a partir do dia 25 de Abril de 2001 às 21 horas (Horário de Brasília).

3) Com uma pista de 2100 metros de comprimento, permite pouso e decolagem de aeronaves de médio e grande porte.

Com uma área construída de 45 mil metros quadrados, o Aeroporto Internacional Afonso Pena/Curitiba tem capacidade para atender a um movimento de 3,5 milhões passageiros por ano.

O pátio de manobras conta com 19 posições de estacionamento de aeronaves, seis delas servidas por pontes de embarque e desembarque junto ao terminal.

4) Londrina: principais produtos são soja, milho, trigo, café, algodão, entre outros. Tem ainda grandes rebanhos bovinos com gado premiado em leilões e exposições.

Maringá: apresenta diversificada produção agrícola, composta de soja, algodão, milho, cana-de-açúcar, trigo sendo também grande produtora do bicho-da-seda. Os setores industriais de mais destaque são: alimentação, confecção, agroindústria, metal-mecânico e outros.

Como se vê não se aplica falar em movimentar esse tipo de carga por avião, como sugere o colunista, mas sim pelos modais ferroviário, hidroviário e ferroviário.

(Segue no próximo post)

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