DEPOIS DE MUITAS IDAS e vindas (será mesmo?), o Programa de Aceleração do Crescimento finalmente começou a sair do papel.
Grandes e pequenas obras de infra-estrutura espalham-se pelo País, o que tem feito a alegria de uma série de empresas.
A começar pelos construtores de máquinas pesadas, que, após verem as vendas ao mercado interno patinarem em cinco mil unidades pelos últimos dez anos, celebraram o recorde absoluto conquistado no ano passado com onze mil unidades.
Para este ano, nova marca histórica é aguardada com projeção de quinze mil.
Uma das conseqüências do aquecimento desse setor, que deve ajudar o Brasil a crescer por volta dos 5% este ano, pode ser vista na rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo.
Principal via de transporte até o Porto de Santos, a estrada é diariamente tomada por uma série de caminhões que transportam pesadas máquinas de construção civil como pás-carregadeiras, caminhões articulados e escavadeiras.
Para atender a demanda, as fábricas trabalham a todo vapor e buscam no Exterior produtos que antes não eram sequer vendidos por aqui.
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Gradativamente, os veículos de comunicação terão que restabelecer a verdade. O PAC é uma realidade e está impactando fortemente a economia.
A matéria tenta dizer que só agora o PAC sai do papel, mas quando menciona os números mostra que ele já era uma realidade há um ano atrás. Senão vejamos:
A começar pelos construtores de máquinas pesadas, que, após verem as vendas ao mercado interno patinarem em cinco mil unidades pelos últimos dez anos, celebraram o recorde absoluto conquistado no ano passado com 11 mil.
Então, como só agora o PAC começa a sair do papel se, no ano passado, o principal segmento impactado pelo programa saiu de um patamar de cinco mil unidades para onze mil!!!
Eu informo aos leitores e leitoras fiéis a este blog: desde o início de 2005 o governo federal está investindo pesado em obras de infra-estrutura de transportes.
Em 2004, o orçamento da União, para o Ministério dos Transportes foi de R$ 2,4 bi. Em 2005, foi para R$ 5,8 bi.
Mérito do Ministro Alfredo Nascimento que, devido ao seu estilo discreto, não é avaliado como deveria pela mídia.
Além do governo federal, os governos estaduais, por conta do repasse de 29% da CIDE, o que dá quase dois bilhões de reais/ano.
Além disso, as concessionárias de rodovias, de rodovias e de portos também estão investindo pesado, há alguns anos e mais ainda a partir de 2005.
Só a Oposição não viu isso até agora. O povo está vendo e por isso está conferindo elevados percentuais de avaliação do governo federal.
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