O trânsito de São Paulo – e seu efeito negativo sobre a qualidade de vida de todos os seus moradores – pode ser traduzido numa marca recém-atingida pela cidade: 6 milhões de veículos, quase um para cada dois habitantes.

Assim começa a matéria da Veja São Paulo que ouviu vinte especialistas sobre as propostas para reduzir o “Apagão” diário, enfrentado pelos paulistanos. Elas estão agrupadas em medidas de curto, médio e longo prazo.

Curto Prazo

Tolerância zero contra os infratores

Fiscalizar o rodízio

Aumentar a velocidade nos corredores de ônibus

Tirar das ruas os carros em más condições

Tirar da rua os carros irregulares

Criar área de retenção de motos

Incentivar os ônibus fretados

MÉDIO PRAZO

Cobrar pedágio nas regiões centrais

Investir em equipamentos para controle do trânsito

LONGO PRAZO

Prosseguir com investimentos no metrô

Transformar trens em metrôs de superfície

Terminar o Rodoanel


Veja o detalhe das propostas, clicando aqui

Como se vê, começa a ganhar corpo a proposta de pedágio urbano, combinada com as demais, que são óbvias.

A proposta de pedágio urbano não é de médio prazo, mas de curto prazo. Ela é a detonadora de todo o processo de repensar as prioridades no trânsito. O automóvel particular deve ser uma das últimas prioridades.

Hoje ele é a principal prioridade. Tanto que nem o Prefeito nem o Governador querem mexer com isso. Acham que mexer com os carros particulares faz perder voto.

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