Entre setembro e novembro do ano passado, as importações brasileiras passaram a crescer em uma cadência mais forte que nos meses anteriores, de 35% a 40% em relação aos mesmos períodos de 2006.
De dezembro pra cá, o ritmo se acelerou ainda mais, para até 46,9%. Esse movimento, segundo levantamento feito pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, está sendo puxado principalmente pelos bens de capital.
Com o câmbio na casa de R$ 1,70, empresas de diferentes setores desembolsam menos reais para ter acesso a inovações tecnológicas que garantem saltos de produtividade e eficiência.
Com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Iedi calculou a evolução das compras externas, comparando a média das importações por dia útil de cada mês. Em janeiro deste ano, as importações dos chamados bens de investimento deram um salto de 56,9%, em relação a janeiro de 2007, contribuindo com 26,2% para o aumento das importações totais do país.
Fonte: G1
Esse é um dos principais indicadores da confiança dos empresários na sustentabilidade do crescimento econômico brasileiro.
As empresas estão aproveitando o dólar baixo para comprar inovações tecnológicas, visando mais produtividade e eficiência.
Esse é um elemento central para ampliação do círculo virtuoso.
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