O presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, projeta em R$ 500 milhões, só com a migração dos contratos de transporte aéreo da estatal, o faturamento da empresa de logística que pretende montar para atender a encomendas expressas. “Esses contratos são anuais, e poderiam ser transferidos imediatamente para a coligada”, explicou Custódio.

No total, as entregas rápidas, até 24 horas – voltadas para compras pela internet e trânsito de documentos entre companhias -, respondem por metade do faturamento anual da estatal, de R$ 10,2 bilhões, o que amplia muito as perspectivas de receita do braço logístico.

A compra da VarigLog, como noticiou ontem o Jornal do Commercio, está em estudos. Custódio disse que as disputas societárias na empresa cargueira reabriram as negociações. “No próximo dia 20, receberemos a avaliação da VarigLog.

De posse dos dados, estudaremos se a compra de parte da VarigLog é a melhor opção. Sozinhos, não compraremos. A gestão da nova empresa terá que ser privada”, argumentou.

Fonte: Jornal do Commercio (para assinantes)

Temos recebido muita reclamação dos serviços de entrega de produtos comprados pela Internet – o que gerou nossa mais recente enquete.

O Correios – estatal – se transformou numa empresa de alta qualidade no atendimento.

Entretanto, o segmento do transporte rodoviário de cargas luta contra a expansão do Correios num mercado que se tornou estratégico para os milhões de usuários e que pode garantir uma alta rentabilidade.

As empresas entendem que há uma competição desleal, pelo fato do Correios não ter as mesmas condições das empresas.

Eles não ficarão assistindo calados essa movimentação do Correios. A conferir.

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