O forte crescimento projetado para o setor automotivo em 2008 deve-se às mesmas premissas que embasaram o segmento este ano: crescimento da economia e estabilidade política, além do aumento da oferta de crédito e dilatação dos prazos de financiamento. A explicação é do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze.
Segundo o executivo, o bom desempenho do Brasil mostra até que o País se descolou do comportamento internacional, principalmente durante a crise do crédito imobiliários nos Estados Unidos. “As projeções para 2008 levam em consideração que o Brasil não será afetado por turbulências internacionais”, afirma.
A previsão da Fenabrave é de que o setor fechará 2007 com crescimento consolidado de 30,4%. Para o segmento de automóveis e comerciais leves, especificamente, a estimativa é de alta de 28,8% neste ano, para 2.361.373 unidades. “São quase 400 mil veículos a mais que o comercializado em 2006, o que corresponde a praticamente a produção de um país como a Argentina”, destaca Reze.
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Com a palavra os colunistas econômicos de oposição ao governo federal, com suas análises pessimistas em relação ao futuro.
Precisamos saber, também, o que os prefeitos e prefeitas das médias e grandes cidades farão para regular a circulação de automóveis e evitar apagões diários como em São Paulo.
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