Dia-a-dia do prático – aquele que manobra os navios para a entrada e saída dos portos

O prático é acionado pelo Centro de Operações da Praticagem com uma hora de antecedência à chegada do navio à barra. Ao chegar na ponte de embarque, o prático veste o colete salva-vidas e as luvas e aguarda o navio se aproximar a duas milhas (cerca de 3.600 m). Embarca na lancha e vai de encontro à embarcação.


Para embarcar o prático, o mestre da lancha se aproxima bem da escada do navio e, num ato certeiro, o prático segura firme na corda e sobe em direção aos oficiais do navio. Por incrível que pareça, este é um dos momentos mais críticos do trabalho do prático. Qualquer deslize ou titubeio pode causar um acidente, no mínimo uma queda no mar.


Ocorrendo tudo perfeitamente, o prático se dirige à sala de comando onde fica o capitão. A partir desse momento, o navio é entregue ao prático. Todos os movimentos que fará até a atracação são definidos pelo prático. O comandante se quiser, por motivos óbvios de hierarquia, pode discordar do prático. Mas, essa é uma situação rara de acontecer. É importante não haver vínculo pessoal entre o prático e o comandante do navio, estando acima de tudo o respeito e a cordialidade.


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Esta matéria é apenas para preparar a próxima sobre o Zé Peixe, o prático que virou lenda viva e trabalha (ainda, aos 80 anos) em Aracaju.

Aguardem!

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