A Honda inicia no próximo ano a produção de motores em um prédio anexo à fábrica localizada em Sumaré, interior de São Paulo. Hoje, a maior parte das peças do equipamento é importada da matriz no Japão.

A nacionalização do motor, considerado o coração do automóvel, é um sinal de que a montadora japonesa consolida cada vez mais suas operações no Brasil, mercado que já é o sexto maior do mundo para a companhia, com chances de pular para a quinta colocação este ano.


“O motor é a parte mais complexa do carro e é necessário estrutura consolidada para sua produção”, justifica Horácio Tuyoshi Natsumeda, diretor-industrial da Honda Automóveis. Historicamente, a Honda não compra esse equipamento de terceiros e só usa motores de fabricação própria, “para garantir qualidade e custos”.


A construção do prédio e a compra de equipamentos fazem parte do investimento de US$ 100 milhões anunciados no fim de 2005. Hoje, a linha de produção opera em três turnos e a Honda já estuda nova ampliação para dar conta da demanda.


Em maio, a fábrica de motores iniciará a produção do motor do Civic e, em outubro, do Fit. Serão contratados 200 funcionários, ampliando assim o quadro atual de 3,1 mil pessoas.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)

E vai se acirrando a competição entre montadoras. Do ponto de vista de geração de emprego, renda e desenvolvimento é bom.


Resta os prefeitos e prefeitas das médias e grandes cidades organizarem a circulação urbana dos veículos, restringindo a circulação de automóveis e oferecendo alternativas de transporte público e ciclovias seguras.

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