Em 26 de setembro de 2007, publicamos os capítulos (1) e (2) sobre esse tema, onde mostramos que o discurso dominante – apagão logístico; estradas em situação precária, com buracos e sem sinalização – é falso.
Ele não se sustenta diante dos números da própria pesquisa da CNT-2006.

Hoje, vamos mostrar um relatório sintético da avaliação do pavimento das rodovias pesquisadas (entre federais e estaduais), constante do Relatório Gerencial da Pesquisa de 2006, no site da CNT.

Este documento, embora no site da CNT, não tem link específico para cada página. Você terá que entrar na “Home”, clicar em “Pesquisas e Boletins”, em “Pesquisa Rodoviária”, em “Pesquisa Rodoviária 2006”, em “Relatórios” e, finalmente, em “Relatório Completo”.

Quanto à avaliação do pavimento:

  • Dos 84.382 km pesquisados, 91,5% dos trechos, ou seja 77.210 km, não obrigam a redução de velocidade devido ao estado do pavimento (gráfico 8, pág. 43 do Relatório Gerencial da CNT).
  • 90,4% dos pavimentos tem avaliação positiva, quanto ao seu estado (gráfico 7, pág. 42):
  • 51,0% em “perfeitas condições”
  • 20,4% “desgastado, mas sem buraco”
  • 19,0% “constata a presença de trincas em malha ou presença de remendos no pavimento, mas não há presença de buracos”

  • Conclusão: o estado do pavimento, de quase toda a malha rodoviária pesquisada, está em ótimas e boas condições e não contribuem para aumento de custos operacionais, nem interferem negativamente na logística de carga e de passageiros.

Mais adiante, mostraremos como a avaliação da geometria da via – na maneira como é vista pela CNT – é predominante para construir a idéia de precariedade da malha rodoviária.

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