A construção da Ferrovia Norte-Sul já começa dar cara nova para o cerrado brasileiro, considerado durante anos uma área perdida para a economia nacional. A paisagem, com vegetação rasteira e pequenas árvores com troncos retorcidos, agora está cortada pelos trilhos de aço e a região, antes esquecida, em ebulição. Os negócios estão pipocando por todos os cantos. Executivos e estrangeiros se misturam ao povo simples das pequenas cidades às margens da ferrovia em busca de oportunidades de investimentos.
Eles estão sendo atraídos pelos benefícios logísticos da região. As vantagens estão nas opções de transportes do cerrado, que conta com hidrovia, rodovia e, agora, ferrovia. É a chamada multimodalidade, que reduz custos e dá mais competitividade ao produto, o diferencial no mundo globalizado.
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Esse movimento pode trazer problemas também, como a ocupação desordenada ao longo da ferrovia. Como aconteceu, de certa forma, com a Belém-Brasília.
De qualquer forma, a Norte-Sul e a Nova Transnordestina, quando prontas, serão uma das bases da revolução econômica no Nordeste e na parte do Centro-Oeste ainda inibida, como é o caso do estado de Tocantins.
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