O governo decidiu facilitar o uso pelas empresas da desoneração tributária para investimentos em infra-estrutura incluídos no Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). As mudanças vieram depois que o empresariado se queixou do ””cipoal burocrático”” criado em torno da medida, pela qual uma empresa poderá contratar serviços, equipamentos e material a serem usados em obras do PAC com suspensão de dois tributos federais: PIS e Cofins.

Oficialmente, a desoneração chama-se Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura (Reidi). O benefício reduzirá custos de grandes investimentos, como as hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, e os sete trechos de rodovias federais que deverão ser entregues à iniciativa privada neste mês.

O alerta foi feito pela Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib) há duas semanas. O problema era que, para ter acesso à suspensão, a empresa teria de apresentar o projeto ao ministério responsável, que faria uma análise e publicaria portaria dizendo se a obra poderia ter acesso ao benefício. De posse da portaria, a empresa teria de procurar a Receita Federal e requerer a suspensão tributária.

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A ABDIB reclamou, ou governo federal agiu imediatamente para corrigir o problema.

Governos não sabem tudo, nem são infalíveis.

Portanto, espera-se que as entidades da sociedade brasileira façam suas cobranças e sugestões e que os governos, nas três esferas de poder, tenham a humildade e o bom senso de escutá-las e agir adequadamente em função disso.

Ponto para a ABDIB e ponto para o Ministério da Fazenda.

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