Dentro de dois anos, o Distrito Federal terá uma das maiores redes de ciclovias do mundo, com 600 km de pistas que interligarão o Plano Piloto às cidades- satélites, com exceção de Planaltina e Brazlândia.

A implantação do projeto custará R$ 50 milhões e fará do DF a unidade da Federação com maior número de quilômetros urbanos para os que preferem trabalhar ou relaxar pedalando, em vez de gastar gasolina ou com passagem de ônibus. O custo médio do quilômetro está orçado em R$ 100 mil.

A primeira ciclovia será inaugurada em 19 de outubro, na DF 005, que ligará o Paranoá ao Varjão, passando pelo Lago Norte. Serão 12 km de pista que passará no canteiro central da pista que liga as duas regiões administrativas.

Três outras estão em construção: a primeira ligará o Jardim Botânico a São Sebastião, com 12,5 km; a segunda será dentro de Samambaia, com 7,5km, interligando o terminal do metrô com as principais ruas da cidade, e a terceira, também interna, em Itapoã. Segundo a engenheira Mônica Velloso, as ciclovias internas estarão ligadas a pontos de ônibus com grandes concentrações de passageiros. Nesses pontos também serão construídos bicicletários.

Após a conclusão das quatro obras, o projeto Pedala DF contratará mais 400 Km de ciclovias que serão construídas em Santa Maria, Plano Piloto, Setor Sudoeste e em outras cidades ainda não definidas.

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Malha cicloviária segura, no Distrito Federal, é um sonho que poderá começar a se tornar realidade, se o governo distrital for mais forte do que os “lobbies” eventualmente contrários ao projeto.

Paris mostrou que basta a vontade política para inverter a prioridade de transporte. E essa inversão é muito mais barata do que a prioridade atual para os automóveis.

Melhor para a saúde de todos pela redução da poluição, menos acidentes devido à maior segurança para os ciclistas e menor gasto com deslocamentos são algumas das vantagens expressivas da priorização das bicicletas.

Vamos torcer e ajudar o governo do Distrito Federal a implantar o projeto em sua totalidade e no prazo previsto.

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5 respostas a “Projeto Pedala DF – 600 km de ciclovias em dois anos”

  1. Avatar de Anonymous
    Anonymous

    O Projeto Cicloviário do DF é irreverssível. A continuar como estamos, com 50 mil automóveis somados a cada ano, em pouco tempo será impossível transitar por aqui. Os gestores com visão de futuro já perceberam as melhores opções, investindo em transporte de massa integrado a uma bem pensada malha cicloviária. Facilitar a locomoção e contribuir para diminuir as poluições sonora, do ar e visual, além do ganho em saúde para os usuários, deve ser a meta para a criação de cidades ecologicamente corretas.O reinado do carro está chegando ao fim. Não por causa de uma retomada da razão, mas pelo simples fato de que não existe mais espaço para eles. Agora, vamos recuperar as calçadas, que foram invadidas e trasformadas em estacionamento. Que os centros das cidades sejam repletos de praças com belos jardins e lugares onde se possa caminhar em paz. Que Deus nos livre dos motoristas estressados pelo trânsito caótico, nos conceda a bênção de um ar mais limpo e ambientes mais verdes. Amém!Abs,Elias Paniago PereiraPikiDaTrilha – Grupo de mountain bikehttp://www.pikidatrilha.blogspot.com

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  2. Avatar de Heloisa

    Acho o projeto ótimo, mas e o plano piloto, vai ficar de fora? Estou usando a bicicleta como meio de transporte, mas confesso que frequentemente penso em desistir, porque é muito perigoso.

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  3. Avatar de Heloisa

    E o plano piloto, vai ficar de fora deste planejamento?Estou usando bicicleta como meio de transporte há 4 meses, com muito prazer e melhora física impressionante, mas confesso que frequentemente penso em desistir porque é mesmo muito perigoso, sem ciclovias e educação do motorista.Com meus filhos ando nas calçadas, o que torna o caminho mais complicado e mais demorado e por incrível que pareça, não melhora muito em termos de segurança, já que o pedestre também não é respeitado.

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  4. Avatar de Daniel

    Estou muito satisfeito com este projeto do GDF, afinal, também aderi à bike para ir ao trabalho. No entanto, gostaria que o GDF se preocupasse primeiro com os locais onde se vê maior volume de ciclistas. Por exemplo, na via Hélio Prates, ligação Ceilândia Taguatinga, o que se vê é uma quantidade enorme de ciclistas, periculosamente, disputando a via de rolamento com os carros ou disputando a calçada com os pedestres. Enquanto esta via necessita urgente de uma ciclovia, o que se vê é o GDF executando obras de ciclovias em lugares pouco movimentados de Ceilândia, como por exemplo na Via Um, Via NM3 e via MN2, todas de Ceilândia. Portanto fica aí a minha sugestão de se começar uma obra de ciclovia na Via Helio Prates.

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  5. Avatar de Daniel

    Estou muito satisfeito com este projeto do GDF, afinal, também aderi à bike para ir ao trabalho. No entanto, gostaria que o GDF se preocupasse primeiro com os locais onde se vê maior volume de ciclistas. Por exemplo, na via Hélio Prates, ligação Ceilândia Taguatinga, o que se vê é uma quantidade enorme de ciclistas, periculosamente, disputando a via de rolamento com os carros ou disputando a calçada com os pedestres. Enquanto esta via necessita urgente de uma ciclovia, o que se vê é o GDF executando obras de ciclovias em lugares pouco movimentados de Ceilândia, como por exemplo na Via Um, Via NM3 e via MN2, todas de Ceilândia. Portanto fica aí a minha sugestão de se começar uma obra de ciclovia na Via Helio Prates.

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