No Dia Mundial Sem Carro, celebrado neste sábado (22), moradores de cidades brasileiras páram para refletir sobre o estilo de vida urbano. Ruas foram fechadas para a circulação de veículos motorizados. O objetivo é incentivar a população a procurar alternativas de transporte.
Entre os problemas causados pelo excesso de automóveis estão o aumento da poluição e a irritação constante dos motoristas.
O Rio de Janeiro tem a maior malha de ciclovia do país: são 140 quilômetros.
As bicicletas ganharam uma das pistas da Avenida Atlântica, em Copacabana. Alguns moradores já se acostumaram a deixar o carro de lado e pedalar todos os dias. Eles dizem que, depois da mudança de hábito, a saúde melhorou.
Leia mais sobre como foi o Dia Mundial sem Carro, em outras cidades, no portal G1
A questão central é reduzir a prioridade para os automóveis e recuperar espaços destes para os pedestres e bicicletas.
Paralelamente, ampliar a oferta do transporte público com qualidade e baixo custo.
É fácil de falar mas difícil de fazer, principalmente para os governantes que têm medo de perder capital político-eleitoral com a classe média.
Londres mostrou que não é isso que ocorre.
Vamos continuar acompanhado o que ocorrerá nas grandes cidades brasileiras, nos próximos anos…
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