Matéria no jornal O Globo, Economia, pág. 29, informa que o Brasil atingiu, com dez anos de antecedência, a primeira e mais importante das oito Metas do Milênio: reduziu à metade o número de cidadãos que vivem em pobreza extrema (menos de R$40,00 per capita por mês).
O pacto, assinado por 191 países – na virada da última década, no âmbito das Nações Unidas – estabelece que a meta deve ser cumprida em 2015.
Até o momento desta publicação, o portal G1 não tinha disponibilizado esta matéria para consulta massiva. É possível que publique amanhã.
A importância dessa publicação é que a matéria é extensa e mostra outros índices que reduziram como o desmatamento na Amazônia Legal. De 27.429 quilômetros quadrados, no biênio 2003/2004, para 13.100 quilômetros quadrados, no biênio 2005/2006.
A Meta 1 é a da redução da pobreza em 50% – já alcançada pelo Brasil
A Meta 2 é a de garantia de que as crianças de ambos os sexos terminem um ciclo completo de ensino (no Brasil, o ensino fundamental) – o Brasil praticamente já alcançou a universalização da educação para crianças entre 7 e 14 anos, subindo de 81,4% para 94,5% o percentual das que vão à escola. Precisa melhorar no ensino fundamental.
A Meta 3 é a da promoção da igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres – no Brasil, as mulheres têm escolaridade mais elevada e estão presentes no mercado de trabalho. Ainda é insuficiente na representação política e há discriminação se a mulher for negra e pobre.
A Meta 4 é a da redução em dois terços da mortalidade de crianças menores de 5 anos – o Brasil reduziu em 46,6%. O Nordeste se destacou com a redução de 55,4%. Também caiu a mortalidade dos bebês até 1 ano.
Veja as demais metas e a situação do país para cada uma delas no Jornal O Globo impresso ou na edição digital, só para assinantes.
A redução da pobreza, em elevados patamares, impacta diretamente a logística porque isso significa mais consumo e, portanto, mais movimentação de cargas, especialmente alimentos.
Mais um motivo para a superação acelerada dos gargalos logísticos, ainda existentes.
***
Deixe um comentário