A hidrovia Tapajós-Teles Pires tem grande viabilidade econômica e seu potencial é extraordinário. Além disso, é preciso enfatizar o uso múltiplo das águas, ou seja, os rios devem servir para a geração de energia elétrica e para a navegabilidade. As opiniões são do diretor da ANTAQ, Murillo Barbosa, e foram dadas durante o 2º Seminário Internacional Sobre Hidrovias, que começou ontem (28) e termina hoje (29), no Clube Naval, em Brasília. O evento tem como objetivo estabelecer um intercâmbio de informações entre os setores aquaviário brasileiro e norte-americano.
Para o diretor da ANTAQ, a hidrovia é fundamental para o país, principalmente por escoar a produção de grãos do Estado do Mato Grosso. “Este ano, o Mato Grosso vai produzir 22 milhões de toneladas de grãos, devendo chegar a 40 milhões de toneladas em 2014. Se não houver escoamento pela hidrovia, sobrecarregará ainda mais as rodovias e os portos de Santos e Paranaguá, que já estão saturados”, apontou.
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Concordamos com o dirigente da Antaq.
O Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT) prevê a necessidade de viabilizá-la após 2010.
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