Há pouco mais de um ano à frente da gestão da malha ferroviária que corta Mato Grosso do Sul, a América Latina Logística vê nas parcerias com grandes empresas a solução para garantir investimentos no setor. Nomes como MMX Metálicos e VCP (Votorantin Celulose e Papel), além do potencial sucroalcooleiro do Estado, estão na mira da ALL, que espera recursos que permitam mais do que a manutenção da via permanente, mas também o incremento da atividade ferroviária.Tudo isso só está sendo possível porque o governo federal, há uns dois anos, resolveu sanear financeiramente a Brasil Ferrovias.
Um ano após o governo e os fundos de pensão (acionistas à época) injetarem R$1,1 bilhão, a mesma foi vendida em leilão para a ALL por R$1,4 bilhão.
Há uma previsão de investimentos da ordem de R$1,0 bilhão nos próximos cincos anos em melhorias da infra-estrutura.
Como já dissemos anteriormente, estamos vivendo um círculo virtuoso na área ferroviária, permitindo uma discussão séria sobre a expansão e a resolução dos gargalos da malha ferroviária brasileira.
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