Há pouco mais de um ano à frente da gestão da malha ferroviária que corta Mato Grosso do Sul, a América Latina Logística vê nas parcerias com grandes empresas a solução para garantir investimentos no setor. Nomes como MMX Metálicos e VCP (Votorantin Celulose e Papel), além do potencial sucroalcooleiro do Estado, estão na mira da ALL, que espera recursos que permitam mais do que a manutenção da via permanente, mas também o incremento da atividade ferroviária.

Na última quinta-feira (23 de agosto), a diretoria da empresa reuniu empresários e autoridades na Casa da Indústria, em Campo Grande, para anunciar sua intenção: contratos com potenciais grandes usuários que, ao injetarem capital na empresa, permitirão também o atendimento às médias e pequenas empresas.

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Tudo isso só está sendo possível porque o governo federal, há uns dois anos, resolveu sanear financeiramente a Brasil Ferrovias.

Um ano após o governo e os fundos de pensão (acionistas à época) injetarem R$1,1 bilhão, a mesma foi vendida em leilão para a ALL por R$1,4 bilhão.

Há uma previsão de investimentos da ordem de R$1,0 bilhão nos próximos cincos anos em melhorias da infra-estrutura.

Como já dissemos anteriormente, estamos vivendo um círculo virtuoso na área ferroviária, permitindo uma discussão séria sobre a expansão e a resolução dos gargalos da malha ferroviária brasileira.

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