Com o mercado aquecido, número de empregados no setor é o mais alto dos últimos tempos. Nos últimos anos, as montadoras de veículos nunca tiveram tantos empregados. O aumento de produção de carros, caminhões e ônibus, puxado sobretudo pelo aquecido mercado doméstico, provocou uma corrida às contratações de pessoal. Para preencher os quadros com rapidez e qualidade, cada um tenta uma tática.
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A Volkswagen decidiu recorrer a 365 aposentados para preencher 1.436 vagas abertas nas linhas de montagem das fábricas Anchieta e Taubaté, no Estado de São Paulo.
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Para elevar a produção de motor e transmissão na unidade de São José dos Campos (SP), a General Motors recorreu ao banco de dados de ex-funcionários e profissionais com experiência no setor automotivo para contratar, na última sexta-feira, 392 pessoas, 179 delas por tempo determinado. “Dependendo do mercado, o prazo poderá ser estendido”, disse o presidente da empresa, Ray Young.
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A Fiat, instalada em Betim (MG), incluiu entre os 3.053 admitidos nada menos do que 1.220 jovens (40%) estreantes no mercado de trabalho. No Grupo PSA Peugeot Citroën, os 700 contratados para o terceiro turno na fábrica de Porto Real (RJ) foram pré-selecionados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Resende (RJ). Na Mercedes-Benz, as 450 contratações deste ano foram feitas na unidade do Senai que existe dentro da sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP).
Fonte: Portal Webtranspo
Nunca se vendeu tanto carro no Brasil. A facilidade do crédito e o aumento do poder aquisitivo têm desenvolvido muito a indústria automobilística que produz a todo o vapor.
Muitas, como a Fiat, com capacidade acima da instalada e à procura de novas instalações. Isso tudo sem contar com o alto volume de exportações (apesar do baixo valor do dólar).
Bom para o País, que arrecada mais impostos e muito melhor para os trabalhadores, que têm nesse filão uma ótima oportunidade de trabalho qualificado.
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