Mais de 70 mil pontes em todo o território dos EUA, pelas quais transitam em média 300 milhões de veículos por dia, apresentam falhas estruturais como a que ruiu quarta-feira em Minneapolis, no Estado de Minnesota. É o que diz a Sociedade Americana de Engenheiros Civis, para a qual os reparos consumiriam décadas e a fortuna de US$ 188 bilhões. A pergunta que não quer calar: e no Brasil?
Um quinto corpo foi encontrado quinta-feira à noite nos escombros em Minneapolis. Ao mesmo tempo, o número de pessoas desaparecidas foi reduzido para oito.
A queda da ponte sobre a rodovia W35 em Minneapolis lançou dezenas de carros no Rio Mississippi. Ainda há um número desconhecido de veículos sob os escombros da ponte. Segundo autoridades, porém, a expectativa é que o número de mortos aumente à medida em que mais carros são retirados do rio.

Obs.: A foto é meramente ilustrativa

Fonte: Diário Catarinense

Há um conceito de que no Brasil as obras são realizadas e largadas das piores maneiras possíveis. É o velho complexo de inferioridade. Há algum tempo, a crise aérea afetou os Estados Unidos. A França também passou por uma. Aviões caem nos Estados Unidos (os números, se comparados com os acidentes no Brasil, são alarmantes). A engenharia brasileira é uma das melhores do mundo, a nível de exportação.
Como já foi destacado nesse blog em post passado, os dirigentes não trabalham com “elemento surpresa”, por isso acidentes desse tipo aparecem.
Já o DNIT, a partir da queda da ponte do Rio Capivari, no Paraná, realizou um levantamento de todas as pontes e viadutos, para detectar situações de risco – do mais imediato ao mais remoto. A partir daí está desenvolvendo um programa de ação naquelas obras de arte especiais que apresentam maior risco, no menor prazo.


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