Estamos indicando matéria com esse título, feita pelo Jornal Nacional, cujo vídeo pode ser acessado clicando aqui, porque entendemos que ela ajuda no debate sobre a utilização de Congonhas.
Desde os primeiros posts deste blog vimos questionando a utilização de Congonhas da forma concentradora de vôos como vem sendo feita.
Nossa opinião, baseada em informações acumuladas na nossa militância na área de transportes, é de que Congonhas tem duas destinações aceitáveis:
1) Ficar restrito à ponte aérea Rio-São Paulo, vôos executivos e vôos regionais – como é o caso, atualmente, do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
2) Ser extinto, possibilitando uma negociação do governo federal, juntamente com o governo estadual e municipais de São Paulo, Guarulhos e Campinas, para realizar uma PPP em que a empresa ou consórcio vencedor da licitação da mesma construiria as ligações ferroviárias de alta perfomance entre o metrõ de São Paulo e os aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Viracopos (Campinas), bem como as obras de construção dos dois terminais e da nova pista de Cumbica. Em troca, essa empresa ou consórcio receberia toda a área de Congonhas para fazer um empreendimento que compensasse financeiramente o investimento a ser feito, lá e para os dois outros aeroportos, garantida a legislação municipal de uso do solo. Essa PPP poderia demandar pouco recurso ou nenhum recurso público – os estudos é que irão dizer.
Ficam aí as nossas sugestões.
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