O aumento da terceirização das operações logísticas pela indústria farmacêutica e a ampliação das exigências e do rigor de agências reguladoras do segmento têm criado uma oportunidade às operadoras logísticas de desenvolver-se no mercado.
A aposta no amadurecimento do setor tem sido o foco de atuação da Transportadora Americana (TA), da Ramos Transportes, da McLane do Brasil e da AGV Logística.Atualmente, 23% do faturamento bruto da Transportadora Americana vêm do setor farmacêutico, o que equivale ao montante de R$ 34,5 milhões. E o trabalho da empresa está direcionado para que, nos próximos 15 meses, a representação aumente para 35%.Para atingir a meta, o grupo está investindo na aquisição de veículos especializados no nicho farmacêutico.
A TA já está operando uma carreta climatizada com capacidade para 25 toneladas. Apesar de não divulgar o número de veículos que serão adquiridos pela empresa, Raul Maudonnet, gerente comercial da TA, garante que a expansão da frota especializada será feita neste ano.
O crescimento da in dústria farmacêutica no País e a concentração no estado de São Paulo demandam transportadoras cada vez mais especializadas a esse tipo de carga para distribuição, muitas vezes a partir de um centro como Uberlândia, para o restante do País.
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