Os megaempreendimentos do setor ferroviário devem elevar em 2 mil km a malha ferroviária brasileira até 2010. Com isso, o País passará a contar com 30 mil km de novos trilhos (sic). Nessa expansão, estão incluídas as obras do Ferroanel de São Paulo, Transnordestina, Norte-Sul, além de alguns contornos de cidades e variantes para dar mais agilidade e eficiência ao sistema, afirma o diretor-executivo da Associação Nacional de Transporte Ferroviário (ANTF), Rodrigo Vilaça.

Um dos projetos que devem desafogar os portos do Sul e Sudeste é a Ferrovia Norte-Sul, em construção pelo governo federal. O empreendimento, que ligará o Centro-Oeste ao Porto de Itaqui, em São Luís, no Maranhão, em breve terá novidades. Segundo o presidente da Valec, Juquinha das Neves, responsável pelo projeto, o leilão de subconcessão de um trecho da ferrovia está previsto para ocorrer até o fim deste mês.

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O desmonte do modal ferroviário vem de meados da década de 60, com uma definição clara pelo modal rodoviário, e foi acelerado no governo FHC, com o início da extinção da RFFSA e com uma privatização da malha existente, que todos avaliam como problemática.
Em 2003, o presidente Lula lançou o Plano de Revitalização do Transporte Ferroviário. Essas ações, que hoje estão em andamento, estavam quase todas lá.
As relativas ao transporte ferroviário de passageiros serão implantadas a partir do próximo ano.


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