Com o desafio de ampliar a produção de etanol já encaminhado, as atenções se voltam agora para as soluções de escoamento dos produtos. Além da construção de alcooldutos ligando as regiões produtoras aos portos, a Petrobras está estudando a construção de quatro terminais marítimos de álcool nos países de desembarque do combustível.
Os primeiros países que estão sendo avaliados são China, Caribe, Japão e Estados Unidos, afirmou ontem o presidente da Transpetro, Sérgio Machado. A Transpetro é a subsidiária de logística da Petrobras.
A Petrobras investirá na construção de um alcoolduto que ligará Senador Canedo (GO) ao porto de São Sebastião (SP). Mas o projeto já encontra resistência dos usineiros, que querem ser sócios da estatal para evitar a formação de um monopólio na exportação de álcool.
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A Petrobras assumiu compromissos externos para fornecimento do etanol. Há prazos, volumes, condições. Não há problema, em princípio, para a iniciativa privada entrar nesse jogo. Entretanto, os compromissos externos não podem ter risco algum. Tem que garantir produção – na quantidade e no cronograma estabelecido – e tem que garantir logística eficaz até o destino final.
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