Autoridades do Paraná, Mato Grosso do Sul (MS) e da região do Departamento de Canindeyu, no Paraguai, assinaram uma carta em que pedem a extensão da Ferroeste até o município de Guaíra (PR) e a Dourados (MS). Segundo a agência Webtranspo, o documento também apóia a gestão pública da empresa.
A assinatura aconteceu em Guaíra depois de um debate na Universidade Paranaense (Unipar), promovido pela prefeitura e pela Câmara Municipal de Vereadores. Os signatários também reconhecem que a privatização da ferrovia, construída no primeiro Governo Requião (1991-1994), paralisou o desenvolvimento regional e que a retomada do controle pelo governo reascende as esperanças de diversos municípios.

O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, apresentou os projetos existentes para a ampliação da ferrovia e fez questão de ressaltar a capacidade de mobilização da sociedade do oeste do Paraná. O projeto idealizado para unir o Mato Grosso do Sul ao Paraná e o Paraguai ao Brasil, segundo Samuel, revive e mostra que está vivo na mente das lideranças regionais.
O prefeito de Guaíra, Fabian Vendruscolo, considerou o documento conjunto um incentivo a mais para o desenvolvimento integral da Ferroeste, interrompido pela privatização. Já o prefeito de Toledo, José Carlos Schiavinato, também participou e defendeu a integração da expansão da Ferroeste junto ao Programa de Aceleração do Crescimento, desenvolvido pelo Governo Federal.

Este blog, conforme já foi comentado, torce para que, no médio prazo, tenhamos o tão sonhado escoamento de toda a safra de grãos do oeste do Paraná e das regiões do Mato Grosso so Sul e Paraguai, pelas linhas da Ferroeste, em direção aos portos de Paranaguá (PR) e São Francisco do Sul (SC). Hoje, cerca de 70% dessa produção é escoada por caminhões, que congestionam o porto, além de reduzir o tempo de vida útil das rodovias por onde eles circulam.

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