A Assessoria de Comunicação Social da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) divulgou, nesta semana, balanço dos investimentos realizados no Porto do Rio com vistas à demanda que virá a partir do crescimento econômico estabelecido através do PAC.
Segundo o balanço,
o terminal de contêineres do Porto do Rio passou a ter um calado de 12,6m – mais de 13m, com a maré alta -, igualando-se ao do Porto de Santos, que registra a maior movimentação de cargas do País.

De acordo com o presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro, Antônio Carlos Soares, “o Porto do Rio se coloca efetivamente como uma forte opção comercial para o escoamento das exportações brasileiras, já que o porto está agora em condições de receber modernos navios conteineros”, afirma.

A Docas estabeleceu novos calados de operação dos navios de grande porte. O cais da Gamboa, por exemplo, passa a contar com seu calado médio ampliado para 10,2m, podendo chegar a 11,20m, dependendo da maré. Anteriormente, o calado era de 9m, numa extensão de 1.500m. Com as obras de dragagem, o cais da Gamboa poderá receber navios de até 60 mil toneladas de carga, ao invés das 40 mil anteriores.


O cais de São Cristóvão, por sua vez, teve seu calado ampliado para 9m, podendo chegar a 10m, com a maré. Anteriormente, o calado era de 7,6m, numa faixa de 575m. Com o aumento do calado, o cais de São Cristóvão passa a atender navios de produtos siderúrgicos de até 50 mil toneladas, ao invés das 30 mil anteriores.

A Companhia Docas está investindo R$ 12 milhões em obras de dragagem somente no Porto do Rio, retirando um volume de 600 mil m3 de dejetos.

Para o presidente, Antônio Carlos Soares, “o Porto do Rio se coloca efetivamente como uma forte opção comercial para o escoamento das exportações brasileiras, já que o porto está agora em condições de receber modernos navios conteineros”.

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Como destaca o presidente da Companhia Docas, o Porto do Rio está saindo, com os investimentos realizados nos últimos quatro anos, de um período caótico de mais de vinte anos no setor portuário do País e ingressando em uma nova era de eficiência e eficácia. De acordo com Antonio Carlos Soares, os portos brasileiros não deixam desejar, em competitividade, aos melhores portos do mundo.

Selma Campos

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