Seminário apresentou plano de obras e investimentos privados na região
O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, ressaltou ontem o importante papel da indústria para o início do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro, ao manter o debate sobre o tema nos últimos dez anos. “A obra está na fase de estudos de impacto, mas já tem data de inauguração, daqui a dois anos, e para nós do Sistema Firjan este já é um momento de glória”, disse o presidente durante a abertura do seminário Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, promovido pelo governo do estado.
A rodovia também será um indutor do desenvolvimento, e aí estão os investimentos de R$ 35 bilhões previstos para os próximos dois anos”, afirmou Eduardo Eugenio. “Lutamos o bom combate. Agora já podemos cobrar os prazos dos engenheiros e marcar a inauguração”.
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Finamente a obra do Arco Rodoviário sairá do papel, graças aos esforços do governo federal junto ao governador Sergio Cabral e ao empresariado fluminense. Essa obra pode ser considerada uma das mais importantes dos últimos anos no Estado do Rio pela facilidade de acesso às empresas siderúrgicas que serão intaladas em Santa Cruz e em Itaboraí, ao Porto de Itaguaí, pelo desenvolvimento econômico-social dos municípios da Região Metropolitana do Rio, pela melhoria da qualidade de vida na cidade do Rio – com a saída do tráfego de caminhões da Avenida Brasil – e, principalmente pela geração de empregos. Essa obra está entre as prioridades do PAC.
Lembrar que a obra de duplicação da BR-101, entre Santa Cruz e Itacuruçá, que é um dos trechos do Arco, já está contratada pelo DNIT. A duplicação da BR-493, entre Magé e Itaboraí, já tem projeto pronto e aguarda licença ambiental para licitação da obra. Restará a finalização do projeto e licença ambiental do trecho entre a BR-040 e o Porto de Itaguaí, que está a cargo do Governo do Estado do Rio de Janeiro, via DER-RJ.
Hoje conversamos com o Vice-Governador Pezão que se mostrou otimista e confiante no andamento das ações e em resultados concretos no curto prazo.
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