Para evitar perdas de mercadorias na movimentação e armazenagem, a empresa desenvolve produtos – entre eles, embalagens plásticas e contêineres colapsíveis que unem as vantagens do plástico ao aramado – e serviços completos de gestão logística e locação.
Do campo à mesa do consumidor, cerca de 25% das hortaliças colhidas podem parar no lixo, em decorrência, inclusive, do uso de embalagens inadequadas para a condução, movimentação e estocagem da mercadoria. Apenas nesse trajeto, 12% da cenoura, 14% do tomate e 18% do pimentão são desperdiçados, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
As embalagens plásticas próprias para essa finalidade ganham mercado justamente por evitar perdas e garantir um produto com melhor qualidade na mesa do consumidor. Em São Paulo, desde o dia 7 de fevereiro deste ano, as caixas que acondicionam frutas, verduras, legumes e tubérculos devem seguir normas específicas de fabricação e higienização. A nova Lei Municipal n° 14.264/07 determina as novas regras exigidas para que o acondicionamento de alimentos “in natura” não cause danos à saúde pública, com a proliferação de fungos que eventualmente se instalem em caixas descartáveis e retornáveis. A recente publicação segue as mesmas orientações previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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Com as novas tecnologias, o setor agrícola, que não pára de crescer, está em permanente busca de novas soluções para manter a competitividade tanto no mercado interno quanto no externo.


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