Um dos dois silos públicos de Paranaguá (PR), maior porto exportador de grãos do Brasil, tem sido subutilizado por restrições impostas a grãos geneticamente modificados nos depósitos do Estado, disseram agentes embarcadores ontem.
“O armazém pode estocar até 100 mil toneladas, mas armazena apenas 15 mil atualmente”, disse um agente.A medida atrasa embarques de soja quando a temporada de exportação está perto do pico, no mês que vem. O governo do Estado é contra os produtos geneticamente modificados.Segundo as leis portuárias, a armazenagem e transferência de grãos transgênicos deve ocorrer separadamente da de dos grãos convencionais.
“É ridículo, já que a maioria dos compradores não se importa se os grãos são convencionais ou transgênicos”, avaliou o agente. “As regras estão provocando lentidão no fluxo de exportação dos grãos e causando problemas logísticos.”A regra em Paranaguá para os transgênicos, que podem ser estocados apenas nos silos privados do porto, já vale desde a safra passada. Porém nas duas temporadas anteriores a produção de grãos do Paraná foi menor, reduzida fortemente pela estiagem
Fonte: Folha de São Paulo
Foto: armazém da Cotriguaçu, no Porto de Paranaguá
A versão dos gestores do Porto é outra.
Segundo matéria no site do Porto, este está na vanguarda da gestão ambiental.
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