O empresário que quiser transportar carga utilizando a ferrovia terá de percorrer uma extensão de 896 quilômetros de Porto Alegre até o porto do Rio Grande.
Essa é a extensão do trajeto que liga os dois pontos, seguindo o traçado ferroviário atual. Por rodovia, a distância entre os dois pontos reduz para 321 quilômetros. A distância, por hidrovia, fica ainda mais curta: 315 quilômetros. É em função destas discrepâncias entre o modal ferroviário e os modais rodoviário e hidroviário, que os empresários gaúchos solicitam ao governo a construção de uma ligação ferroviária entre as cidades de General Câmara e Pelotas.
A obra, com pouco mais de 200 quilômetros de extensão, permitiria a ligação ferroviária entre a Capital e o porto do Rio Grande, já que existem ramais de Porto Alegre a General Câmara e de Pelotas a Rio Grande. Segundo o diretor de infra-estrutura ferroviária do Dnit, Luiz Fernando Fonseca, o estudo existente que aponta as indicações econômicas, financeiras e técnicas da obra, está desatualizado. O presidente da América Latina Logística (ALL), Bernardo Hees, já afirmou que a empresa teria interesse no projeto, que poderia ser viabilizado através de uma Parceria Público-privada (PPP).
Fonte: Jornal do Comércio – RS
Seria uma boa alternativa para retirar caminhões desnecessários das rodovias naquela região.
Há uma diretriz clara de ampliar os modais aquaviário e ferroviário.
Não dá para realizar tudo somente com recurso público.
Se a ALL está interessada, é só apresentar um projeto com estudo de viabilidade, como fez a CFN no caso da Nova Transnordestina, e o Governo estudará a proposta.
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