Receita da Gollog cresceu 99% apenas no 1º trimestre; TAM Express saltou 27% no ano passado. O transporte de carga aérea faz ampliar os resultados financeiros das companhias aérea brasileiras. No primeiro trimestre, a Gol Linhas Aéreas, por meio da Gollog, obteve receita de R$ 65,91 milhões, o que representou 6,3% da receita total da companhia- R$ 1,04 bilhão. A receita com cargas na Gol cresceu 98,8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de R4 33,15 milhões.
Só com a receita obtida com o transporte de cargas daria para a Gol pagar parte dos custos com arrendamento de aeronaves. Em 2006, a empresa arrecadou R$ 221,09 milhões com cargas. Já a despesa com aluguéis de aeronaves foi de R$ 292,54 milhões.
O pesquisador do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (Neit) da Unicamp, Marcos Barbieri, afirmou que o transporte de carga aérea seguirá a tendência de crescimento da aviação comercial, principalmente nas rotas de longo curso. “Com o câmbio altamente valorizado, boa parte do comércio exterior – concentrado nas importações – chega ao Brasil via aérea, principalmente produtos de alto valor agregado, como componentes automotivos e peças eletrônicos”, disse Barbieri.

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Por conta desse crescimento do mercado de carga aérea, o PAC prevê investimentos para ampliação da capacidade de movimentação de carga nos quatro aeroportos, passando de 100 mil para 191 mil toneladas/ano. Um acréscimo de 91% até 2010.

Os investimentos previstos no PAC para ampliação de capacidade para passageiros e cargas é de R$ 878 milhões em 2007 e R$ 2,123 bilhões no período 2008-2010, num total de R$ 3,001 bilhões.


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