Projetos de trem-bala não são novidade no país. Já em 1968 os japoneses entregaram estudos de viabilidade para a modernização da malha ferroviária brasileira. Em 1970, o Instituto de Pesquisas da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), de São Bernardo do Campo, projetou um trem aerodinâmico leve para alta velocidade, o Talav, que atingiria 300km/h. Mas este esbarrou nas dificuldades financeiras da RFFSA (foto). Em 1978, o governo se entusiasmou com o trem-bala japonês, o Shinkansen, que fazia 250km/h.
O ministério dos transportes encomendou estudos, mas, novamente, o projeto esbarrou no custo operacional. O preço da passagem seria praticamente o mesmo de um bilhete aéreo. Em 1996, foi a vez de os franceses defenderem o seu TGV, que também não vingou. No Rio, o trem se tornou a panacéia para o caos do trânsito: desde 1993, de tempos em tempos a prefeitura surge com projetos como veículo leve sobre trilhos (VLT) e HSST.
A nova promessa chega quando a malha ferroviária brasileira completará 153 anos, no próximo dia 30.

Esses dados mostram que o governo federal está realmente empenhado em melhorar a logística do País. Várias projetos emperrados nessa área sairam do papel e já estão em pleno andamento, como é o caso da Ferrovia Norte-Sul. Além disso, não é promessa de governo. Ao contrário, são países e empreendedores internacionais que querem levar a frente essa obra. A custo praticamente zero para o Governo Federal.
Exemplos: Duplicação da BR-101/SC/RS, entre Palhoça e Osório. A duplicação da BR-101, entre Natal/RN e Palmares/PE. A duplicação das rodovias entre Brasília e a Rodovia Bandeirantes, que está com bom andamento, com previsão para o final de 2008. Ferrovia Nova Transnordestina, entre outros.

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