Pesquisa realizada nas cinco regiões brasileiras mostra que o jovem tem consciência de que é imprudente no trânsito, mas não se considera peça importante na redução dos acidentes. O levantamento, que aponta o comportamento e a visão do jovem brasileiro sobre o trânsito em suas cidades, foi realizado pelo Ibope, a pedido do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), Perkons (empresa de equipamentos de fiscalização eletrônica), Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot).
O jovem brasileiro tem consciência de que é imprudente no trânsito, reconhece que essa imprudência é ainda maior quando está em grupo e acredita que este comportamento é motivado pela adrenalina. Apesar de ser a principal vítima de acidentes, não se sente o responsável pela diminuição desses números. É o que revela a pesquisa O Jovem e o Trânsito, divulgada nesta quarta-feira durante a 1º Semana Mundial de Prevenção de Acidentes de Trânsito das Nações Unidas, organizada pela ONU e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde.
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Foto: Mirian Fichtner/ÉPOCA
Saiba mais sobre a pesquisa clicando nos seguintes links:
www.volvo.com.br/pust
www.perkons.com.br
www.saude.gov.br
www.sbot.org.br
Clique aqui e veja o vídeo do Fantástico sobre essa pesquisa
O jovem acha que é imortal, invulnerável, super-homem (sim, porque as estatísticas mostram que os condutores imprudentes são homens) e ainda debocha de quem é responsável e prudente.
É esse o tamanho do problema.
Mudar essa cultura: na educação e na repressão.
As duas ao mesmo tempo.
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